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Para o Banco do Brasil, cada barra de chocolate é o retrato vivo de quem faz a floresta prosperar. Mais do que investir em safras, nós impulsionamos a sociobioeconomia, um modelo onde o desenvolvimento caminha junto com a preservação e a dignidade de quem vive da terra. Ao apoiar toda a cadeia produtiva, reafirmamos que o nosso compromisso vai além do crédito: ele está no fortalecimento das histórias, das famílias e do futuro da Amazônia.

Ivan Dantas Ferreira

Cacau

A trajetória de Ivan Dantas Ferreira é um marco de resiliência na Transamazônica que começou em 1973 e superou crises históricas, como a vassoura-de-bruxa, através do investimento pioneiro em cacau orgânico e fermentado. Sua visão estratégica transformou a dificuldade em valor agregado, evoluindo da produção de amêndoas para a criação de uma fábrica própria em Medicilândia, onde a verticalização e parcerias estratégicas o tornaram protagonista da gastronomia paraense. Hoje, alicerçada no trabalho e na fé, sua história é o símbolo máximo da força e da excelência do cacau fino da Amazônia.

Francisco
Maciel Silva

Cacau de Várzea

Nascido e criado nas margens do Rio Arauaia, em Barcarena, Francisco Maciel Silva é um guardião do cacau de várzea que transformou o saber ribeirinho aprendido com o pai, aos 7 anos de idade, em um modelo de excelência sustentável no Pará. Ao lado de sua esposa, ele elevou o padrão da produção familiar ao se especializar no beneficiamento de amêndoas finas, unindo o respeito ao ritmo das marés com o rigor técnico exigido pelo mercado de luxo. Sua jornada de 40 anos de dedicação prova que a sociobioeconomia é o caminho para valorizar a origem e garantir o futuro das comunidades tradicionais da Amazônia.

Maria do Carmo

Cupuaçu

Maria do Carmo personifica a força do empreendedorismo feminino na Amazônia, cultivando cupuaçu em Abaetetuba desde 1986 com uma dedicação que transformou sua produção em sinônimo de qualidade superior. Após enfrentar os desafios da comercialização, ela decidiu tomar as rédeas do próprio destino em 2018, verticalizando sua produção para extrair o máximo valor das amêndoas e da polpa dentro de sua propriedade. Sua história é um manifesto de autonomia e resistência, mostrando que, com tecnologia e coragem, o produtor rural pode deixar de ser apenas fornecedor para se tornar dono de um ciclo produtivo justo e sustentável.

Fabio Sicilia

Chocolate/Gaudens

Movido pela convicção de que a Amazônia deve ser o centro da transformação e não apenas uma exportadora de commodities, Fabio Sicilia fundou a Gaudens para unir território, técnica e propósito. Sua jornada começou de forma artesanal em Belém, descaroçando frutos à mão com zelo familiar, e evoluiu para uma marca premiada internacionalmente que encurta a distância entre o campo e o mercado global. Ao valorizar o produtor e a origem, Fabio fecha o ciclo da sociobioeconomia, transformando o suor da floresta em um chocolate de padrão mundial que carrega a identidade paraense como seu maior patrimônio.

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